quarta-feira, 10 de outubro de 2012

CNJ assina convênio para proteger direitos de crianças e adolescentes


Na semana do Dia das Crianças, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em parceria com o governo federal e o Conselho Nacional do Ministério Público, assinou na manhã de ontem (9), com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), um termo de cooperação para proteger os direitos da infância e da adolescência no país.
Os representantes das instituições públicas também subscreveram um documento batizado de Carta de Constituição de Estratégias em Defesa da Proteção Integral dos Direitos da Criança e do Adolescente, que pretende convocar a sociedade a defender os direitos dos menores de 18 anos.
A carta, avalizada pelo presidente do Supremo do Tribunal Federal (STF), ministro Carlos Ayres Britto, que também acumula o comando do CNJ, prevê um controle mais efetivo dos adolescentes acolhidos em abrigos públicos e estabelece um conjunto de ações para combater a violência sexual contra os menores de 18 anos.
Além de Ayres Britto, participaram da solenidade, ocorrida na sede do CNJ, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, e três integrantes do governo Dilma Rousseff: Brizola Neto (Trabalho), Maria do Rosário (Direitos Humanos) e Tereza Campello (Desenvolvimento Social).
Também subscreveram o convênio representantes da Unicef e da Childhood Brasil, organização fundada pela rainha Silvia, da Suécia, que defende a infância livre de exploração e de abuso sexual.

“O Brasil avança em passos largos para superar a concentração da renda, que é um traço histórico que vitimizou crianças e adolescentes. Esse acordo pretende apoiar esses jovens para que, diante da situações de abandono da família, também não estejam abandonados dentro do sistema público”, discursou a ministra Maria do Rosário.


Jornal O Estado

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